22 anos…

Os dias passam tão rápidos.

Tantas coisas acontecem em um ano!

Muita coisa muda, e como mudei! Mudei de opiniões, preferências, pensamentos… Só não mudei os princípios quais eu acredito, pois a verdade nunca muda, a verdade é Jesus e os princípios estabelecidos por ele nunca mudarão.

Quando chega essa época de aniversário é que paro para pensar no que mudou em 365 dias, tanta coisa. Na maioria das vezes me surpreendo com determinadas mudanças. O importante é sempre mudar para o melhor, ser melhor que ontem hoje e melhor que hoje amanhã é sempre meu objetivo, mesmo que o dia não esteja tão bom, sei que o melhor ainda virá, é isso que me dá esperança e me motiva a continuar acreditando. Realmente dias melhores virão!

Uma mudança de vida, de cidade, de pessoas ao meu redor, tudo tão rápido! O jeito é se adaptar, só é ruim quando as coisas não saem como planejadas, mas não posso perder a esperança.

Sim, será um dia comum, mas um dia que marca uma virada de ciclo na minha vida, entrarei no quarto ciclo (só eu vou entender isso).

Por isso agradeço a Deus por esse tempo, por esses dias vividos e pelos que virão que venham muitos outros!

Todos os momentos, os bons que me fizeram rir, os ruins que me fizeram chorar, os tristes que me fizeram desanimar, os incríveis que me fizeram amar, todos eles foram de grande aprendizado, de autoconhecimento, saber quem eu era, quem sou e o que poderei ser. A cada dia aprendo que as circunstâncias se movem de acordo com minhas atitudes.

E que eu quero daqui pra frente é aprender tudo que estiver ao meu alcance, olhar a vida com mais compreensão dos fatores que independem de minhas ações, viver a vida que Deus me deu de forma que eu aproveite o máximo do melhor que Ele tem para mim.

Novos sonhos, novas conquistas, novas amizades, novos desafios, tudo que virá será novo e aquilo que não é, se renovará, não quero nada antigo em minha vida. Que venha o novo!

Medo

Medo já é uma palavra que dá medo, na verdade tenho medo de ter medo. O medo complica nossa vida e nos impede de agirmos, de tomarmos decisões, de crescermos e enfrentarmos os desafios. É normal temer, desde que seja somente o instinto de sobrevivência. Quando estamos temerosos demais e isto nos impede de vivermos uma vida saudável e feliz, alguma coisa está errada e precisa ser tratada, na maioria das vezes o medo nos paralisa e nos faz sofrer por antecipação.

O que é o medo?

O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.

Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.

O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc.

Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.

A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que lhe causa medo. Sendo assim, é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.

O medo pode se transformar em uma doença (a fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psíquico. A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma re-aprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.

Jó teve uma experiência amarga por causa do medo.

Jó 3 :25,26 – ” Aquilo que temo me sobrevêm, e o que receio me acontece. Não tenho descanso nem sossego, nem repouso, e já me vem grande perturbação.”


Rm 8:15
– ” Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos por meio do qual clamamos : Aba, Pai. “

II Tm 1:7 – ” Pois Deus não nos deus um espírito de medo, mas de poder, de amor e de equilíbrio. ”
Jesus Cristo destruiu o medo ( Hb 2:14,15 ).

O Espírito Santo nos reveste de poder:
At 1:8 – ” Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas ”

Note que antes da descida do Espírito Santo, revestindo-os de poder, eles estavam com medo :
Jo 29:19 – ” Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus…”

At 4 : 8-13 – ” então Pedro, cheio do Espírito Santo,disse-lhes… vendo a coragem de Pedro e João , e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus. “

I Jo 4: 18 – ” Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor, permanece em Deus , e Deus nele. No amor não há medo; pelo contrário, o perfeito amor expulsa o medo…”

Assim, podemos viver sem nenhuma espécie de medo, e, vemos claramente que a vacina contra o medo é o amor de Deus em nós, e fluindo através de nós. Este amor está em nós porque já foi derramado em nossos corações. ( Rm 5:5 )

Sl 56: 3-4 – ” Em me vindo o temor, hei de confiar em ti. Em Deus cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um ser de carne ? “

Sl 118 : 5-6 – ” Em meio à tribulação invoquei o nome do Senhor, e o Senhor me ouviu e me livrou. O Senhor está comigo, não temerei. Que mal poderá me fazer o homem ? “

Não tenha medo!

O Coelho da Páscoa

– Papai, o que é Páscoa?

– Ora, Páscoa é…… bem…… é uma festa religiosa!

– Igual Natal?
– É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
– Ressurreição?
– É, ressurreição. Marta, vem cá!
– Sim?
– Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
– Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
– Mais ou menos …….. Mamãe, Jesus era um coelho?
– Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
– Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
– É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
– O Espírito Santo também é Deus?
– É sim.
– E Minas Gerais?
– Sacrilégio!!!
– É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
– Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a, professora explica tudinho!
– Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
– Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
– Coelho bota ovo?
– Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
– Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
– Era, era melhor, ou então urubu.
– Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
– Isso eu sei: na sexta-feira santa.
– Que dia e que mês?
– ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
– Um dia depois.
– Não, três dias.
– Então morreu na quarta-feira.
– Não, morreu na sexta-feira santa ……. ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
– Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
– É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
– O Judas traiu Jesus no sábado?
– Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
– Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
– É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
– Alô, quem fala?
– Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?
– Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.
– Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
– Cristo. Jesus Cristo.
– Só?
– Que eu saiba sim, por quê?
– Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
– Coitada!
– Coitada de quem?
– Da sua professora de catecismo

Páscoa não é coelhinhos e ovos de chocolate, é até gostoso comer estas coisas na Páscoa. Já ouvi falar que o ovo da páscoa representa uma nova vida por causa do pintinho que nasce do ovo e que o coelho da páscoa simboliza fertilidade. Ambos os símbolos tomaram parte na Páscoa oriundos de culturas pagãs.

Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. Êxodo 12:11

Mas o verdadeiro significado da Páscoa do cristianismo está ligado à celebração, Pessach ou Passover, da páscoa dos judeus. Quando é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, depois de 400 anos, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

Mas o sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga para vos destruir, quando eu ferir a terra do Egito. Êxodo 12: 13

Pessach significa “passar por cima de” o que lembra a orientação de Deus para que todo o israelita sacrificasse um cordeiro imaculado e com o sangue deste aspergissem os umbrais das suas casas. Para que quando o anjo da morte passasse pelo Egito para cumprir a última praga de Deus contra o Faraó, a matança dos primogênitos, antes do povo de Deus partir, poupar todas as famílias das casas aspergidas, marcadas com o sangue do cordeiro. Cordeiro este que tipifica Jesus Cristo conforme disse João Batista quando O viu: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. João 1:29

Jesus foi levado à morte na Cruz do Calvário como O Cordeiro, sem máculas, de Deus oferecido em sacrifício vivo, derramando o seu precioso sangue em favor de nós pecadores. E Ele ao terceiro dia ressucitou, venceu a morte para nos dar uma nova vida e nos libertou da escravidão do pecado para um novo relacionamento com Deus. Então a Páscoa passou a ser uma festa cristã que celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo e seus verdadeiros símbolos são O Cordeiro, A Cruz e também o Pão e o Vinho ministrados na reunião de comunhão.

“Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha.”1 Co 11:26

O pão e o vinho simbolizam o Corpo e o Sangue de Cristo consecutivamente. Ambos são ministrados durante a Ceia do Senhor como ordenança do Senhor para a lembrança do Seu sacrifício em nosso favor até a sua volta para buscar a congregação daqueles que lavaram as suas vestes no Seu Sangue. Para estes, os que estão vivos serão arrebatados e os mortos ressucitarão e sobre ambos a morte não terá mais poder e viveremos eternamente.

“Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” João 11: 25


Estar só…

Vivendo numa das maiores e mais populosas cidades do mundo ou trabalhando num escritório rodeado de pessoas, ainda assim podemos sentir profunda e esmagadora solidão. Não é espantoso? Apesar dos avanços do século XXI vivemos numa sociedade de pessoas solitárias. Uma pesquisa constatou que 15% dos entrevistados sentiam-se solitários a maior parte ou todo o tempo; 78% sentiam solidão pelo menos parte do tempo e apenas 6% disseram jamais ter e sentido sozinhos.

Charles Swindoll , escritor e locutor, descreve solidão como “a mais desolada das palavras”. Ninguém está imune ao seu impacto devastador. Muitos já constataram a verdade e sabedoria contidas no adágio: “É solitário estar no topo”. Imagino que líderes de governo, altos executivos de bem sucedidas corporações, até mesmo aclamados e celebrados atletas e artistas compartilham as aflições da solidão – pelo menos parte do tempo.

Na Bíblia, o apóstolo Paulo, um dos mais destacados líderes da igreja primitiva, descreveu episódios de solidão em II Timóteo 4.6-21. Assim, mesmo aqueles que são intensamente espirituais e devotados a Deus, também lutam com as profundezas da solidão. Examinemos algumas causas comuns da solidão e sugestões de como lidar com ela.

Algumas Causas de Solidão

. Transições na vida – A vida envolve uma série de transições que vai desde o nascimento, passa pelo primeiro contato com a Escola, formatura, primeiro emprego, casamento, paternidade, até à aposentadoria. Toda mudança na vida carrega a tendência para a solidão.

. Separação – Podemos possuir todas as coisas e ter todo o dinheiro do mundo, mas estar sozinho numa ilha e sentir-se miserável. Fomos criados para estarmos uns com os outros. Alguns mudam de casa e ficam sem raízes. Separações em razão de convocações militares, carreira, doenças, divórcios ou morte podem provocar solidão.

. Oposição – Quando do nos sentimos atacados, ridicularizados ou criticados, há uma tendência para o recolhimento, que gera solidão.

. Rejeição – Quando somos traídos, esquecidos ou abandonados, podemos sentir solidão. Uma de nossas maiores necessidades é a de sermos aceitos. Rejeição causa solidão.

Como você tem lidado com a solidão? Alguns usam drogas, bebem, tentam marcar encontros pela Internet ou se valem de outros meios para obter alívio. Certo homem chegou de ir ao médico para ver se tinha “múltiplas personalidades”, somente para ter “alguém” com quem conviver!

Lidando Com a Solidão

. Utilize seu tempo – Resista à tentação de não fazer nada. Use seu tempo para cuidar de suas necessidades físicas, alimentando-se corretamente, descansando, exercitando-se, evitando drogas e álcool e cuidando de sua aparência.

. Cuide-se mental, espiritual e socialmente – Não fique viciado em televisão. Leia bons livros e revistas. Cuide de suas necessidades espirituais, lendo a Bíblia. Ela proporciona orientação, instrução, encorajamento e esperança. Ore e passe algum tempo com pessoas que compartilhem sua fé. Cuide de suas necessidades sociais, cultivando amizades. Tome a iniciativa, mas seja generoso e paciente. Amizade leva tempo. Encontre alguém que esteja em pior estado do que o seu e ajude-o.

. Minimize o sofrimento – Não fique remoendo o sofrimento em sua mente, vezes e mais vezes. Não se torne amargo nem rancoroso. Ninguém gosta de ficar perto de pessoas cínicas ou ressentidas. Aborde o problema, lidando com ele. Não lhe dê demasiada importância , mas ore a respeito.

. Reconheça a presença de Deus – Onde está Deus quando nos sentimos sós? Deus está em toda parte. Não existe lugar onde estejamos que Ele também não esteja. Ele prometeu: “Nunca o deixarei, jamais o abandonarei” (Josué 1.5). Abra os olhos e reconheça a Sua presença.

(Texto de Ken Korkow com adaptações)

(Gênesis 2:18) – E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.

Existem 2 tipos de solidão:

Isolamento emocional = Produzido pela falta de uma relação profunda e emocionalmente satisfatória com pessoas com nos abrimos. Por exemplo, a relação marido e mulher.

Isolamento social = Gerado pela ausência de um círculo de amigos ou afastamento da convivência social.

Porque as pessoas são solitárias?

• Dificuldades pessoais de fazer ou conservar amigos;
• Falta de confiança em sim mesmos e nos amigos;
• Falta de confiança em si mesmo e nos outros;
• Rejeição por parte de pessoas que nos circundam;
• Mudança de residência;
• A morte de uma pessoa amada;
• Namoro desmanchado ou divórcio;
• Ser um líder importante;
• Ser um aposentado;
• Problemas de relacionamento com os pais;
• Principalmente a alienação de Deus.

Sentir solitário, é sentir desligado

Todo mundo tem a necessidade de relações íntimas e sólidas.

A solidão não é necessariamente estar só, a solidão é sentir só

1. As raízes da solidão

1.1 Um ser social: (Gênesis 1:26) – E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.

Deus fala na terceira pessoa pois Ele é uma trindade, necessariamente somos também seres que fomos criados para amar e ser amado, pois somos imagem e semelhança de Deus.

1.2 Companhia idônea: (Gênesis 2:18) – E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Deus sabia que adão tinha uma necessidade que requeria uma relação íntima, por isso Ele criou Eva, uma companheira complementar.

1.3 Isolamento de Deus: (Gn 3:1-24), Com o pecado original adão e Eva acharam-se logo, separados de Deus e um do outro. A intimidade foi aniquilada, porque a integridade fora perdida. (Salmos 25:16) – Olha para mim, e tem piedade de mim, porque estou solitário e aflito.
(Salmos 25:17) – As ânsias do meu coração se têm multiplicado; tira-me dos meus apertos.
(Salmos 25:18) – Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados.
“As raízes da solidão se encontram no pecado”

2. O Remédio para a solidão:

2.1 Intimidade com Deus:

A vida sem Deus é impessoal e irracional.
Precisamos então, de partilharmos da comunhão com Deus. Como podemos estabelecer relações íntimas com Deus? Tudo começa quando aceitamos um convite de Deus, Ele nos convida para sermos filhos. (João 1:12) – Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
(Mateus 28:20) – Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

2.2 Princípios práticos:

2.2.1 A solidão é um estado normal que, simplesmente, não podemos evitar. Ela é natural, tendo em vista o estado da natureza humana e da sociedade em que vivemos.
2.2.2 Precisamos enfrentar a solidão para podermos superá-la. Nós mesmos somos responsáveis pela nossa solidão.
2.2.3 É necessário identificar a causa primordial da nossa solidão, para podermos traçar m plano específico de ação.
2.2.4 A intimidade, que é a solução para a solidão, deve ser construída a partir de uma iniciativa nossa. Busque amizade sincera.

(Mateus 28:20) – Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.

 

Concluindo…

Solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento. A solidão é mais do que o sentimento de querer uma companhia ou querer realizar alguma atividade com outra pessoa não por que simplesmente se isola, mas por que os seus sentimentos precisam de algo novo que as transforme.

Solidão não é o mesmo que estar desacompanhado. Muitas pessoas passam por momentos em que se encontram sozinhas, seja por força das circunstâncias ou por escolha própria. Estar sozinho pode ser uma experiência positiva, prazerosa e trazer alívio emocional, desde que esteja sob controle do indivíduo. Solitude é o estado de se estar sozinho e afastado das outras pessoas, e geralmente implica numa escolha consciente. A solidão não requer a falta de outras pessoas e geralmente é sentida mesmo em lugares densamente ocupados. Pode ser descrita como a falta de identificação, compreensão ou compaixão.

Em seu crescimento como indivíduo, o ser humano começa um processo de separação ainda no nascimento, a partir do qual continua a ter uma independência crescente até a idade adulta. Desta forma, sentir-se sozinho pode ser uma emoção saudável e, de fato, a escolha de ficar sozinho durante um período pode ser enriquecedora. Para sentir solidão, entretanto, o indivíduo passa por um estado de profunda separação. Isto pode se manifestar em sentimentos de abandono, rejeição, depressão, insegurança, ansiedade, falta de esperança, inutilidade, insignificância e ressentimento. Se tais sentimentos são prolongados eles podem se tornar debilitantes e bloquear a capacidade do indivíduo de ter um estilo de vida e relacionamentos saudáveis. Se o indivíduo está convencido de que não pode ser amado, isto vai aumentar a experiência de sofrimento e a consequente distanciamento do contato social. A baixa auto-estima pode dar início à desconexão social que pode levar à solidão.

As pessoas podem sentir solidão por muitas razões e muitos eventos da vida estão associados a ela. A falta de amizades durante a infância e adolescência ou a falta de pessoas interessantes podem desencadear não só a solidão, mas também a depressão. Ao mesmo tempo, a solidão pode ser um sintoma de um outro problema social ou psicológico, que deveria ser tratado.

Muitas pessoas passam pela experiência da solidão pela primeira vez quando são deixadas sozinhas quando crianças. É um pensamento muito comum, embora temporário, em consequência de um divórcio ou a perda de algum relacionamento afetivo de longa duração. Nesses casos, a solidão pode ocorrer tanto por causa da perda do outro indivíduo quanto pelo afastamento do círculo social do qual ambos faziam parte, causado pela tristeza associada ao evento.

A perda de alguém significativo na vida de uma pessoa tipicamente provoca um período de lamentação, onde o indivíduo sente-se sozinho mesmo na presença de outros. A solidão pode ocorrer também após o nascimento de uma criança, um casamento ou outro evento socialmente de certa rupção, como a mudança de um estudante para outra escola. A solidão pode ocorrer dentro de um casamento ou relacionamentos íntimos similares quando há raiva, ressentimento ou quando o amor dado não é correspondido. Pode também representar uma disfunção de comunicação. Aprender a lidar com mudanças de estilos de vida é essencial para superar a solidão.

 

 

Decisões

Não é nada fácil decidir algo, ainda mais quando essa decisão pode ter a consequência de mudar a nossa vida.

É natural e necessário no ser humano a tomada de decisões diárias. Não tem como passarmos um dia sequer sem decidir algo.

Como além dessas decisões ‘programadas’ tenho muitas outras para tomar diariamente, decidi pesquisar um pouco sobre isso, abaixo faço citação de alguns pontos importantes.

O ato de tomada de decisão pode ser para muitas pessoas, um ato de sofrimento.

Algumas pessoas possuem dificuldades nas decisões mais simples, como escolher um prato num restaurante ou um programa social.

Tomada de decisões é o processo pelo qual são escolhidas algumas ou apenas uma entre muitas alternativas para as ações a serem realizadas.

O conceito do vocábulo decisão é constituído por de (que vem do latim e significa parar, extrair, interromper) que se antepõe à palavra caedere (que significa cindir, cortar). Sendo assim, literalmente significa “parar de cortar” ou “deixar fluir” (Gomes L.; Gomes C.; Almeida, 2006).

Decisão é como “o processo de análise e escolha entre várias alternativas disponíveis do curso de ação que a pessoa deverá seguir”.

Decidir é posicionar-se em relação ao futuro.

Tomada de decisão, nada mais é do que a conversão das informações em ação, assim sendo, decisão é a ação tomada com base na apreciação de informações. Decidir é recomendar entre vários caminhos alternativos que levam a determinado resultado.

As decisões são escolhas tomadas com base em propósitos, são ações orientadas para determinado objetivo e o alcance deste objetivo determina a eficiência do processo de tomada de decisão.

A decisão pode ser tomada a partir de probabilidades, possibilidades e/ou alternativas. Para toda ação existe uma reação e, portanto, são as reações que são baseadas as decisões.

A decisão é mais do que a simples escolha entre alternativas, sendo necessário prever os efeitos futuros da escolha, considerando todos os reflexos possíveis que ela pode causar no momento presente e no futuro.

Modernamente entende-se que é impossível encontrar num processo de decisão a melhor alternativa o que faz com que sejam buscadas as alternativas satisfatórias, ou seja, na prática o que se busca é a alternativa que, mesmo não sendo a melhor, leve para o alcance do objetivo da decisão.

 

As decisões possuem fundamentalmente seis elementos:

1. Tomador de decisão – pessoa que faz a seleção entre várias alternativas de atuação.

2. Objetivos – propósito ou finalidade que o tomador de decisão almeja alcançar com sua ação.

3. Preferências – critérios com juízo de valor do tomador de decisão que vai distinguir a escolha.

4. Estratégia – direção ou caminho que o tomador de decisão sugere para melhor atingir os objetivos e que depende dos recursos que se dispõe.

5. Situação: aspectos ambientais dos quais vela-se o tomador de decisão, muitos dos quais fora do controle, conhecimento ou compreensão e que afetam a opção.

6. Resultado: é a decorrência ou resultante de uma dada estratégia definida pelo decisor.

O processo de decisão é complexo e está sujeito às características individuais do decisor quanto da circunstância em que está envolvido e da maneira como compreende essa situação. Entende que o processo de decisão desenvolve-se em sete etapas:

  • 1. Percepção da situação que abrange algum problema;
  • 2. Diagnóstico e definição do problema;
  • 3. Definição dos objetivos;
  • 4. Busca de alternativas de solução ou de cursos de ação;
  • 5. Escolha da alternativa mais apropriada ao alcance dos objetivos;
  • 6. Avaliação e comparação dessas alternativas;
  • 7. Implementação da alternativa escolhida.

Cada etapa influencia as demais e todo o conjunto do processo. Pode ser que as etapas não sejam seguidas à risca. Quando há pressão para uma solução rápida uma solução imediata, as etapas 3, 5 e 7 podem ser sintetizadas ou eliminadas. Caso contrário, sem existência de pressão, determinadas etapas podem ser ampliadas ou desdobradas no tempo.

Todo problema administrativo equivale a um processo de decisão. Esses dois tipos não são mutuamente exclusivos, mas representam dois pontos extremos, entre os quais existe uma gama contínua de decisões.

As decisões, possuem tipos ou extremos, ou seja, classificam-se em programadas e não programadas.

Decisões programadas: São as decisões caracterizadas pela rotina e repetitividade. São adotadas mediante uma regra, com dados evidentes, condições estáticas, certeza, previsibilidade. Acontecem com certa frequência na organização.

Decisões não programadas: São as decisões caracterizadas pela não-estruturação, dados inadequados, únicos e imprevisíveis. Estes tipos de decisões estão ligados às variáveis dinâmicas tornando-se de difícil controle. Seu intuito é a resolução de problemas incomuns, marcados pela inovação e incerteza.

Embora possa-se pensar que as decisões sejam tomadas de forma racional, na prática não é isso que acontece. Geralmente, mesmo dentro das empresas, as decisões são tomadas com base em intuição e experiência anterior, sem utilizar-se métodos ou técnicas racionais. Por isso, entende-se que as decisões possuem racionalidade limitada. Segundo esse conceito de racionalidade limitada, o processo de decisão se ocupa da seleção de alternativas que mais se encaixem em algum sistema de valores dos tomadores de decisão e são, até certo ponto, uma aceitação de razoável.

Ao contrário do que alguns pensam, não são só as pessoas mais racionais que tomam decisões corretas, precisamos deixar que a influência do nosso emocional nos ajude a decidir. Tudo é uma questão de equilibrar as coisas, mas uma coisa é certa: é preciso decidir!

 

Intimidade com Deus

Texto: Ex 33.7-11

 

Introdução: O modelo é a base para todo o aprendizado. Devemos dar o exemplo em tudo para aqueles que estão em nosso redor. O princípio número um neste mundo é: pessoas fazem o que elas vêem. Moisés demonstrou essa verdade. O povo observava Moisés enquanto ele continuamente se dirigia para a tenda da congregação, onde ele ficava na presença de Deus, e isso os mudou mais do que qualquer sermão. Nossas atitudes muitas vezes valem mais do que nossas palavras. Se desejarmos usufruir de um relacionamento pessoal com Deus como Moisés usufruiu, devemos praticar o que ele praticou:

Vejamos as atitudes de Moisés:

 

1 – Estarmos com Deus regularmente.

Ora, Moisés costumava tomar a tenda e armá-la para si, fora, bem longe do arraial; e lhe chamava a tenda da congregação” (Ex 33.7a).

Devemos nos afastar da multidão, ir para fora do arraial para estar com Deus. Só assim conseguiremos ouvir Sua voz com maior precisão. Deus deseja ter um relacionamento pessoal com cada um individualmente. Antes de Deus falar com todos, ele primeiro fala com um. Somos esse um?

 

2 – Buscar a Deus de todo o coração e continuamente.

Todo aquele que buscava ao Senhor saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial (Ex 33.7b).

Devemos priorizar a verdade ao invés da popularidade. Buscamos ao Senhor não para que as pessoas vejam que somos íntimos dEle mas, para termos um relacionamento sincero e verdadeiro com Ele. Em Mateus 22.37 diz para amarmos ao Senhor, nosso Deus, de todo o coração, de toda a alma e de todo entendimento, se o amarmos de todo o coração, também o buscaremos de todo o coração.

 

3 – Permitir ser observado pelas pessoas.

Quando Moisés saía para a tenda, fora, todo o povo se erguia, cada um em pé à porta da sua tenda, e olhavam pelas costas, até entrar ele na tenda” (Ex 33.8).

Assim como Moisés era observado pelo povo, devemos estar dispostos a assumir os riscos de sermos observados. Quando decidimos por ter intimidade com Deus é normal nos observarem, mas nem sempre observam para nos ter como exemplo, muitas vezes é somente para acharem alguma falha, precisamos aprender a lidar com isso, por mais difícil que seja. Se a intenção de nosso coração é verdadeira ao buscar ao Senhor, para agradá-lo e não às pessoas, então não precisaremos temer, pois com certeza seremos um bom exemplo a ser seguido.

 

4 – Aprender ouvir e obedecer à voz de Deus.

Uma vez dentro Moisés da tenda, descia a coluna de nuvem e punha-se à porta da tenda; e o Senhor falava com Moisés” (Ex 33.9).

Não devemos querer somente que Deus nos escute, relacionamento não é isso, precisamos ser pacientes para ouvir quando Deus fala conosco, nos submetendo a Sua voz. Moisés não tinha pressa de sair da presença de Deus, só retornava para o arraial quando Deus terminava o que tinha para lhe dizer.

 

5 – Ingressar numa aliança parceira com Deus.

Todo o povo via a coluna de nuvem que se detinha à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao Senhor. Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo; então, voltava Moisés para o arraial, porém o moço Josué, seu servidor, filho de Num, não se apartava da tenda” (Ex 33.10-11).

Devemos ser fieis ao nosso compromisso com Deus, ter um tempo diariamente para nos relacionarmos com Ele assim como nos relacionamos com nossos amigos.

 

Conclusão: Como filhos que servem ao Senhor Jesus o nosso primeiro exemplo deve ser o de ter intimidade com Deus, uma intimidade sincera, real e verdadeira. Quando nos tornamos íntimos do Senhor, não temos pressa de sair de Sua presença, nem pressa de ouvir o que Ele tem a nos dizer, simplesmente somos pacientes e andamos no mesmo compasso que o Senhor. Para isso, precisamos de um devocional diário, de um tempo produtivo de busca, adoração e louvor a Deus.

 

Bíblia da Liderança Cristã – Adaptado por Bárbara Rocha

Há um tempo certo para cada coisa


HÁ UM TEMPO certo para cada coisa:

Tempo para nascer, tempo para mor­rer; tempo para plantar, tempo para colher;

tempo para matar e tempo para curar; tempo para destruir, tempo para construir de novo;

tempo para chorar, tempo para rir; tempo para ficar triste, tempo para pular de alegria;

tempo para espalhar pedras, tempo para ajuntar pedras; tempo para abraçar, tempo para não abraçar;

tempo para procurar, tempo para perder; tempo para guardar, tempo para jogar fora;

tempo para rasgar, tempo para costurar; tempo para ficar quieto, tempo para falar;

tempo para amar, tempo para odiar; tempo para guerra, tempo para ficar em paz.

Que vantagem o homem tem com o trabalho pesado, que cansa tanto?

Vendo os vários tipos de trabalho que Deus deu aos homens, fiquei pensando nessa pergunta.

Todas as coisas têm seu valor quando são feitas na sua hora certa. Deus colocou a eternidade no coração do homem, mas assim mesmo ele não consegue entender completamente os planos e as obras de Deus.

Por isso, eu conclui que: primeiro, não há nada melhor para o homem que se alegrar e gozar a vida enquanto puder;

segundo, que ele deve comer e beber; aproveitar o resultado de seu trabalho. Essas duas coisas são presentes de Deus.

Também aprendi isso: o que Deus faz está feito para sempre – não se pode tirar ou pôr. O que Deus quer é que o homem O respeite.

O que hoje existe, já existia no passado; o que vai surgir também já existiu antes. Deus faz aparecer de novo o que já tinha sido esquecido.

Além disso, percebo que em todo o mundo o crime toma o lugar da justiça, que até os policiais e juizes são desonestos.

E falei comigo mesmo: “Na hora certa Deus vai julgar tudo o que o homem faz, as coisas boas e as coisas ruins”.

Aí compreendi que Deus deixa os homens seguirem pelos seus caminhos cheios de pecado, para que eles vejam que são como os animais.

Os homens e os animais respiram o mesmo ar e morrem da mesma maneira. Assim, o homem não tem qualquer vantagem sobre os animais. Que coisa mais absurda!

Todos acabam indo para o mesmo lugar – o pó, de, onde vieram e para onde devem voltar.

Quem pode provar que o espírito do homem vai para cima e o espírito dos animais para baixo, para a terra?

Foi assim que eu vi que o melhor para o homem é se alegrar com as coisas que faz. É para isso que o homem existe. Ninguém pode fazer o homem voltar ao mundo depois de morto, para aproveitar aquilo que ainda vai acontecer. Por isso, ele deve aproveitar a vida agora!

 

Faço minhas essas palavras de Salomão que está escrito na Bíblia no Livro de Eclesiastes capítulo 3, tradução Viva. Como era grande a sabedoria que Deus lhe deu.

Saber que há um tempo certo para todas as coisas acontecerem é fácil, difícil é controlarmos nossa alma, nossa ansiedade, nossas frustrações… Mas é assim, é vivendo e aprendendo. Não devemos viver de esperar as coisas acontecerem e sim viver cada momento como único, pois os momentos não se repetem jamais.

O negócio é Viver a Vida, viver o melhor que Deus tem para nós!